Olhando com calma para esta lista percebo que a criei porque na realidade não queria mudar-me. E, para tentar tirar o máximo partido de uma situação menos agradável, tentei criar objetivos e fazer com que algumas das minhas coisas favoritas fizessem parte da minha rotina diária.
 
Tenho, inegavelmente, mais tempo livre. No entanto as coisas que queria fazer continuam em lista de espera. Continuo a querer fazê-las e tenho mais tempo, então porque continuo a adiar? A verdade é que continuo a ser eu. A querer carregar sozinha mais carga do que aquela que consigo e a tentar destacar-me nos mil e uns projetos em que me envolvo mas também a desperdiçar horas do meu dia em atividade inúteis e a carecer de mais método e organização.
 
O problema não é o tempo que temos. Nunca é. É a forma escolhemos utilizá-lo.

Comentários

  1. A tua conclusão é fundamental! Porque, de facto, o problema não passa tanto pela falta de tempo, mas pela maneira como o gerimos

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  2. Na última frase dizes tudo realmente, por muito tempo livro que tenhamos, a verdade é que quando não é bem aproveitado, por vezes não fazer tudo aquilo que gostaríamos, e não é realmente por falta de tempo.

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