sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

The Greatest Showman [2017]

"Um outro crítico poderia ter-lhe chamado [ao circo] uma celebração da humanidade." 

E, na minha opinião, esse crítico estaria tão certo quanto é possível estar num mundo cheio de dúvidas e incertezas.

Com excelentes representações - obrigado, Hugh Jackman, por mais um excelente trabalho -, artistas brilhantes e músicas extraordinárias, The Greatest Showman é muito mais do que uma homenagem à vida de P. T. Barnum, o pai do espetáculo, é uma ode à singularidade humana.

Como ficar indiferente às lutas individuais de cada personagem, ao escárnio e descriminação que sofrem diariamente apenas por existirem? Mais triste que isto, só quando nos apercebemos que, em pleno século XXI, essa desigualdade e descriminação ainda existe.

Mais do que um filme, The Greatest Showman é uma obra de arte e  tem a rara capacidade de nos prender desde o primeiro segundo - e da primeira nota musical - até ao último momento. E, nesse último momento, somos inundados por uma onda de felicidade calma e satisfatória, por uma leve reflexão e pelo desejo de lutar por um mundo melhor e pela vontade de ver tudo novamente.

Mesmo com a sua simplicidade e leveza, The Greatest Showman faz-nos sorrir e faz-nos chorar. Faz-nos querer dançar e faz-nos querer mudar o mundo. Faz-nos amar e, apenas em alguns momentos, faz-nos odiar. Basicamente, faz-nos viver! Mas, mais importante do que qualquer outra coisa, The Greatest Showman faz-nos ver a importância - e a força - dos sonhos e do amor. 

E, honestamente, o que seria a nossa vida sem sonhos e amor?

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