Praticamente Inexistente. - Perfeitamente Imperfeito

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Praticamente Inexistente.

Duas palavras apenas chegam para definir a situação deste blogue e a sua presença online nos últimos tempos: praticamente inexistente. Quando criei este blogue nunca pensei que estas palavras um dia o viessem a definir e, infelizmente, já não é a primeira vez. 

Ao contrário de situações anteriores em que o meu nível de nervosismo começava a aumentar e a minha ansiedade atingia o pico dos Himalaias por não estar a conseguir fazer tudo o queria, desta vez não me preocupei.

Deixei que a situação se desenvolvesse, sem preocupações ou dramas excessivos, apenas com alguma pequena inquietação ocasional. 

Este blogue é, acima de tudo, um porto seguro. Um local onde posso falar, ou optar por não falar. Um local que reflete o meu estado de espírito e, tal como eu, este blogue não é estático, muda e evoluí.

E eu precisava deste tempo. Desta liberdade. Desta ausência de pressão. De reencontrar o desejo de querer voltar. Mas de querer voltar a sério, não apenas uma vez por festa apenas para aliviar a consciência. 

E agora que voltei a reencontrar esse desejo, não faço intenções de me ir embora tão depressa.  Ainda estão por ai?


6 comentários:

  1. R: Obrigada! Nós estamos realmente muito felizes! :)
    E sim, estamos por aqui há espera de tudo o que tens para nos contar!

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  2. Estaremos sempre. Essa é uma situação mais comum do que parece. O que importa é que estejas bem, pois tudo o resto é secundário. Um grande beijinho e bom regresso :)

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  3. É isso mesmo, por vezes precisamos de nos afastar para nos reencontrarmos. Acho que força algo a acontecer só piora. E, no caso do blogue, aquilo que podia ser um lugar agradável para descomprimir, passa a ser mais uma forte de dissabores e não é isso que se pretende.
    Ainda bem que o conseguiste :D continuo aqui e também não faço intenções de me ir embora!

    r: Sabe mesmo bem *.*
    Zamora é uma cidade linda! Estive lá, pela primeira vez, em 2013, mas não vi grande coisa, porque nesse ano queríamos explorar Salamanca. Voltei a Zamora no ano seguinte e rendi-me por completo.

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