terça-feira, 16 de junho de 2015

Contradições.

Hoje deixei o estudo em stand-by para assistir à apresentação da tese de mestrado de uma amiga e os meus sentimentos dividiram-se entre o fascínio e a perplexidade.

Fiquei fascinada não só pela forma formidável como ela defendeu o seu trabalho mas também pelo momento em si. O orgulho e a satisfação pessoal em concluir uma etapa tão trabalhosa pelo simples prazer de, no fim, puder dizer "eu consegui!" devem ser indescritíveis.

Já a perplexidade deve-se ao comportamento dos elementos do júri. Se um dos elementos se comportou de forma exemplar, extremamente atentado e envolvido na apresentação o mesmo não se pode dizer dos outros dois. Desde conversarem entre si, a mexerem no telemóvel e a olhar constante para o computador sem dedicar um minuto que fosse à apresentação, aquelas duas conseguiram fazer um pouco de tudo. É, para mim, inadmissível. É um momento de extrema importância para o aluno, o culminar de uma etapa que muitas vezes exigiu um extremo sacrifício e esforço, financeiro, intelectual e emocional, logo devem ser tratados com algum respeito. Felizmente não é um comportamento generalizado mas não posso deixar de me questionar, como pode um professor exigir respeito aos seus alunos se ele próprio, um suposto modelo intelectual e cívico, não o pratica?

Respect

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